segunda-feira, 7 de julho de 2014

Texto sem fim.

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Era uma vez um garoto e uma garota.


Seus nomes como de costume não importam, a menos que você seja algum deles.


 Pelos longos anos que convivi com ele acho que a melhor maneira de defini-lo seria como ele sempre se identifica; Um trouxa. E nada mais.  Já, sobre ela, e não faço questão de não dizer que essa é uma historia unilateral, defini-la com o que ele sempre me diz seria; Um anjo, um ser estranho, a pessoa mais doce que já conheci".

E da pra notar um complemento, algo que geralmente está sim nessas palavras que ele sempre diz, só poucas vezes saem : "E possivelmente o amor da minha vida."


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O importante dessa história foi que ele deixou o tempo passar.
E como de costume,
Essa opção cria algumas outras.
Algumas tantas.
Que aquela primeira opção remota, aquela que não podemos falar, porque partiria o coração dele saber que foi culpado, tornou-se dispersa.

Suficiente pra gerar muitas coisas.




...



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