Era uma vez um garoto e uma garota.
Seus nomes como de costume não importam,
Pelos longos anos que convivi com ele acho que a melhor maneira de defini-lo seria como ele sempre se identifica; Um trouxa. E nada mais. Já, sobre ela,
E da pra notar um complemento, algo que geralmente está sim nessas palavras que ele sempre diz, só poucas vezes saem : "E possivelmente o amor da minha vida."
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O importante dessa história foi que ele deixou o tempo passar.
E como de costume,
Essa opção cria algumas outras.
Algumas tantas.
Que aquela primeira opção remota, aquela que não podemos falar,
Suficiente pra gerar muitas coisas.
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