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Ando pensando em você todos os dias.
São momentos que me pego sorrindo, são momentos em que minhas pupilas dilatam (seja por um estado pré-choro ou simplesmente pelo aumento dos meus olhos enquanto eles brilham)
A verdade é que ando falando de você de forma intima, como sempre,
E nem as paredes querem ouvir mais sobre isso, melhor, as paredes não ouvem, ando usando uma moeda de um lado só pra pagar as contas, moeda que não é transferida pra outras contas.
ela não tem valor de troca.
Por franqueza, ultimamente ando com vontade de beijar uma certa garota.
Ela é esperta demais pra não ter percebido isso.
E é mais esperta ainda por fazer parecer que não fisgou o quanto dou em cima, enquanto pronuncio coisas sobre nos dois.
Deveria te-la beijado faz um mês. Obrigação de ter feito a duas semanas. Afoiteza de ter feito a três dias. Propensão a faze-lo da próxima vez que a vir.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2014
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Perdoa minha ausência
Tanto de substancia, tando de invisível
Meu corpo ainda é presente
As vezes definhando, as vezes já adocicando as plantas
A verdade é que estou exausto
toda vez que rezo a vela (Ou fósforo, Ou isqueiro, Ou lampião, Ou qualquer coisa que faça faísca) a casa pega fogo, durante uma semana.
Estou sóbrio de viver
Sinto que o por do sol chegou pra mim esse ano,
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Perdoa minha ausência
Tanto de substancia, tando de invisível
Meu corpo ainda é presente
As vezes definhando, as vezes já adocicando as plantas
A verdade é que estou exausto
toda vez que rezo a vela (Ou fósforo, Ou isqueiro, Ou lampião, Ou qualquer coisa que faça faísca) a casa pega fogo, durante uma semana.
Estou sóbrio de viver
Sinto que o por do sol chegou pra mim esse ano,
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domingo, 21 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
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Alguns (não estou defendendo a todos, talvez uma classe),
Tem a necessidade de escrever sobre suas tristezas, sobretudo quando o coração aperta, saem em forma de letras borradas no papel.
Difícil imaginar coisas belas da dor, mas não de confabular.
Mais difícil imaginar viver das próprias tristezas.
O Importante disso; Aceitar sua tristeza de braços abertos
A minha encosta a cabeça na altura do meu peito, tem madeixas curtas de origem negra, pequenos olhos ciliados, uma cintura fina e quadril largo. E eu a abracei faz algum tempo.
(Texto escrito a mais de 10 dias,)
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Alguns (não estou defendendo a todos, talvez uma classe),
Tem a necessidade de escrever sobre suas tristezas, sobretudo quando o coração aperta, saem em forma de letras borradas no papel.
Difícil imaginar coisas belas da dor, mas não de confabular.
Mais difícil imaginar viver das próprias tristezas.
O Importante disso; Aceitar sua tristeza de braços abertos
A minha encosta a cabeça na altura do meu peito, tem madeixas curtas de origem negra, pequenos olhos ciliados, uma cintura fina e quadril largo. E eu a abracei faz algum tempo.
(Texto escrito a mais de 10 dias,)
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Não gosto do jeito como as pessoas tem olhado pra discriminação ultimamente; elas esqueceram o sentindo da "igualdade"( digo isso com todas as adjacências, igualdade de forma soberana) e da "superação", esqueceram que lutar contra discriminação é uma autocritica a própria posição, que "superar" tem haver com seu estado atual (não com "superar" a posição daquele que descrimina).
Não gosto como as pessoas tem "acreditado" nos seus valores; parecem substituídos por "haveres", e como tal, tomaram forma sólida. Imperam com o manto da verdade, atiçam dobrar o "certo" e "errado" no lugar de "acredito" e "desacredito".
Não gosto como as pessoas ajudam hoje em dia; perderam o significado da "solicitação de assistência", assistem do jeito que querem, fazendo suas discriminações e usando o que acreditam. Talvez melhor não ser amparado.
Ando cansado dessas coisas,
Eu disse:
Você melindra-se com tudo,
Retrucaram:
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Não gosto do jeito como as pessoas tem olhado pra discriminação ultimamente; elas esqueceram o sentindo da "igualdade"( digo isso com todas as adjacências, igualdade de forma soberana) e da "superação", esqueceram que lutar contra discriminação é uma autocritica a própria posição, que "superar" tem haver com seu estado atual (não com "superar" a posição daquele que descrimina).
Não gosto como as pessoas tem "acreditado" nos seus valores; parecem substituídos por "haveres", e como tal, tomaram forma sólida. Imperam com o manto da verdade, atiçam dobrar o "certo" e "errado" no lugar de "acredito" e "desacredito".
Não gosto como as pessoas ajudam hoje em dia; perderam o significado da "solicitação de assistência", assistem do jeito que querem, fazendo suas discriminações e usando o que acreditam. Talvez melhor não ser amparado.
Ando cansado dessas coisas,
Eu disse:
Você melindra-se com tudo,
Retrucaram:
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domingo, 7 de dezembro de 2014
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Manias estranhas, pessoas normais
Manias normais pra gente estranha.
Primeira coisa que pensei quando te vi
Conseguir um abraço, segurar sua mão
Pena não ser nada daquilo
Como um lugar onde ninguém sabe quem sou, nem importam-se comigo (não é verdade, esqueço disso)
É uma solidão voluntária,
Onde eu quero ficar
Fácil pensar nisso quando se conhece o dilema do oposto,
Oposto que você não está onde tem alguém
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
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"... Aqueles inquilinos... (...)
Que alugam o quarto sem ter o crédito de onde cair mortos,
Aqueles sem pretensão de ficar e acabam comprometendo a alcova,
Ousados que acordam três meses de estadia e acabam pagando meses depois de evadir-se,
Malditos que não conformam-se com seu espaço, reformam e empilham entulho enquanto não saem,
Aqueles que viram outra família da senhoria, que ficam naquele andar especial, aqueloutro andar de só um quarto,
Residente que enriquece a nossas custas, quem se cobre daquilo que temos e que pra ludibriar torna aquele pequeno aposento imenso (as custas da sensação de estar referto, embora do mesmo tamanho)
Aquele inquilino...
Mora no meu coração,
E me paga com amor. "
" ...Gosto do meu coração ocupado, viver preenchido me parece melhor do que vago... "
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"... Aqueles inquilinos... (...)
Que alugam o quarto sem ter o crédito de onde cair mortos,
Aqueles sem pretensão de ficar e acabam comprometendo a alcova,
Ousados que acordam três meses de estadia e acabam pagando meses depois de evadir-se,
Malditos que não conformam-se com seu espaço, reformam e empilham entulho enquanto não saem,
Aqueles que viram outra família da senhoria, que ficam naquele andar especial, aqueloutro andar de só um quarto,
Residente que enriquece a nossas custas, quem se cobre daquilo que temos e que pra ludibriar torna aquele pequeno aposento imenso (as custas da sensação de estar referto, embora do mesmo tamanho)
Aquele inquilino...
Mora no meu coração,
E me paga com amor. "
" ...Gosto do meu coração ocupado, viver preenchido me parece melhor do que vago... "
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